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Ao longo da nossa vida, nós usamos muitos cosméticos.
Por atenderem nossas necessidades básicas – como os produtos de higiene pessoal, por exemplo – eles estão super enraizados em nosso cotidiano.
-“Mas você já parou pra pensar em como eles produzidos e do que eles são feitos?” 
 
Muitas vezes não nos atentamos e levamos para a casa cosméticos cheios de parabenos, testados em animais e nocivos a nossa saúde. Queremos te ajudar a ter consciência e entender um pouquinho as diferenças de cada cosméticos para você escolher sabendo o que está levando para a casa.
 

COSMÉTICOS VEGANOS 

 

Para uma marca se intitular vegana, ela deve atender a uma serie de critérios em “todos” os seus produtos, que são:

  1. Adequar-se quanto a não utilização de animais para teste nos cosméticos, assim como qualquer outro tipo de exploração, em nenhuma etapa de sua produção, além de não terceirizar os testes e não comprar de fornecedores que testam. Caso a marca possua uma empresa mãe (quando é filiada a outra empresa), ela deve estar equivalente em relação a esse tópico.

  2. Os ingredientes não podem conter nada que seja oriundo de animais, como por exemplo: leite, mel, queratina animal, colágeno, lanolina, entre outros.

  3. Sobre a política da marca em relação a eventos, não pode patrocinar eventos que envolvam exposição ou exploração animal, como por exemplo: vaquejada, rodeio, hipismo, desfile de moda que utilize peles de animais, entre outros.

 
Testes de cosméticos veganos

 

Mas, se os produtos não são testados em animais, como saberemos se são seguros para uso humano?

Onde os testes são realizados?

Diversas empresas realizam testes de cosméticos veganos em pele humana desenvolvida em laboratório — tendo a aparência de círculos de gelatina transparente. A pele coletada pode ser separada por idade, sexo e raça do doador para a realização de testes confiáveis em função do mercado visado.

 

A matéria-prima para criar a pele humana vem, principalmente, de células chamadas queratinócitos, cultivados e inoculados. As células se multiplicam até a formação de uma camada espessa a ser mergulhada em um líquido nutritivo que simula o sangue humano.

 

Além de não conterem produtos de origem animal e da inexistência de crueldade com os animais, os cosméticos veganos têm outro requisito:

Contribuir para a sustentabilidade

Os cosméticos veganos, em geral, são fabricados com matérias-primas sintéticas. Essa particularidade diminui a produção de lixo durante a fabricação.

 
Existem cosméticos veganos que não são ecologicamente corretos?

 

Infelizmente sim, e no exterior e no Brasil existe até termo para isso: greenwashing. Um exemplo é um produtor substituir cera de abelha de um cosmético pela vaselina ou parafina — ambas derivam do petróleo e não são biodegradáveis, mas são veganas.

Como você pode notar, há muito o que se observar quando for produzir um cosmético vegano, pois esse tipo de produto envolve várias questões ao pensar nos motivos que levam o consumidor final a ser vegano, como a busca pelo fim da crueldade com os animais, o desejo de ver a diminuição do aquecimento global (mais atrelado à indústria alimentícia), a ânsia de ser mais saudável, entre outros.

De qualquer maneira, a produção dos produtos veganos só tende a aumentar, na mesma proporção que a busca pelo uso dos cosméticos isentos de insumos animais.

 

E o que são produtos “Cruelty Free”

 

A tradução para o português é “livre de crueldade”, uma marca de cosméticos que se denomina “Cruelty Free” não realiza testes em animais em qualquer etapa da sua produção, que vai desde a utilização dos insumos até o produto final. Além disso, também não terceirizam para outras empresas realizarem os testes em animais e nem compram de fornecedores que executem esses testes. No entanto, as marcas podem produzir apenas alguns de seus produtos como “Cruelty Free”. A marca de cosméticos que possuir alguns ou todos os seus produtos “Cruelty Free” pode fazer uso de selos nas embalagens para informar ao consumidor.

 

O que é o selo Cruelty Free?

 

Com tanta dúvida no mercado, e devido à falta de padronização na indústria, o movimento natural do setor levou ao surgimento de selos e entidades certificadoras que visam assegurar que um produto, de fato, é Cruelty Free.

Assim, surge o selo Cruelty Free e a imagem do famoso coelhinho — um dos animais mais utilizado em testes — aplicada a marcas e produtos, comprovando que se tratam de empresas realmente comprometidas a eliminar qualquer tipo de crueldade animal em seus processos. 

 

Vamos conhecer os principais selos?

 

 

       

 

 

 

 

 

                   

 

 

 

 

 

    

 

 

 

 

 
Consumir com consciência ajuda a termos um planeta mais saudável, justo e consequentemente produtos com maior benefícios a nossa saúde. Informação é o primeiro passo para fazermos escolhas corretas e sustentáveis.