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Segundo um estudo do Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC), a incidência de alergias alimentares no mundo cresceu nada menos que 50% entre 1997 e 2013. Entre as crianças, a situação é ainda pior – na China os casos mais que dobraram, na Europa subiram 700% e, no Brasil, 2 milhões têm algum tipo de alergia à comida.

Segundo o Centro Internacional de Pesquisas para o Desenvolvimento (IDRC), com sede no Canadá, metade de todas as calorias consumidas no planeta vem de apenas três alimentos: arroz, milho e trigo. O trigo é o mais cultivado deles, e está em muitas comidas que as pessoas consideram especialmente gostosas – como pão, cereais matinais, pizza, massas, cerveja. Ele está presente até onde nem o esperamos, como na massa de tomate, chocolate e na batata frita congelada. Resultado: nunca comemos tanto trigo quanto hoje.

O doutor William Davis, em Barriga de trigo, cita a ligação do trigo com o ganho de peso, com a gordura localizada e com uma série de efeitos prejudiciais à saúde, desde o diabetes e a doença cardíaca até transtornos imunológicos e neurológicos, como a doença celíaca, a artrite reumatoide e a demência. Em suma, ele apresenta uma argumentação irresistível para que se eliminem totalmente da dieta os derivados do trigo, com estratégias para tornar a transição a um só tempo simples e permanente.

Porem comprovadamente as doenças vinculas ao glúten são:

  • Síndrome do intestino irritável

  • Alterações tireoidianas e doenças autoimunes

  • Dermatites

  • Leaky Gut

  • Alergia ao trigo

  • Doença Celíaca

  • Sensibilidade ao glúten não celíaca

E entre os sinais e sintomas, temos a prevalências de diversos em maior ou menor grau:

  • Humor-psicológicos: Depressão, irritabilidade, apatia, déficit cognitivo;

  • Anemias, Infecções de repetição;

  • Obesidade por inflamação crônica e alteração hormonal (resistência à insulina);

  • Doenças autoimunes: Tireoidite de Hashimoto, Doença celíaca, psoríase, alopecia, dermatite;

  • Doenças inflamatórias: varizes, acne e outros problemas de pele;

  • Sintomas gastrintestinais: constipação crônica, diarreia, gastrite, refluxo, inchaço abdominal, barulhos intestinais, vômitos;

  • Fadiga crônica;

  • Perda de peso, déficit no crescimento, atrofia da musculatura glútea;

  • Doenças neurológicas.


 

Na maioria das patologias a orientação é a retirada total do glúten da alimentação e, esta deve ser realizada de forma equilibrada, não basta apenas retirar o glúten e substituir por produtos super processados, industrializados e cheios de outras farinhas brancas e pobres em fibras, é importante manter uma alimentação variada, colorida, com frutas, verduras, legumes e cereais integrais - com comida de verdade - Livre de conservantes, aditivos e corantes.

Tais Tomaz Roque

CRN3:12047